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O Nintendo Switch 2 teve um 2025 honesto, quase tímido. Bons jogos, alguns ports importantes, nenhuma revolução.
Mas 2026 é outra história.
O calendário que começa a se desenhar deixa claro:
o Switch 2 não quer mais ser visto como “console complementar”.
Ele quer participar da conversa principal.
E, curiosamente, isso está acontecendo menos por exclusivos gigantes e mais por terceiros de peso chegando no mesmo dia que PS5 e Xbox.
📅 Um começo de ano estratégico (e calculado)
Janeiro e fevereiro de 2026 não são explosivos — são cirúrgicos.
Jogos como Final Fantasy VII Remake Intergrade, novos Animal Crossing, JRPGs de nicho forte e títulos médios constroem algo essencial:
rotina de uso.
Nintendo parece entender que:
console novo não precisa de um GOTY todo mês — precisa de motivo pra ser ligado toda semana.
🔥 Fevereiro manda o recado: “somos parte do mesmo ciclo”
Quando Resident Evil Requiem aparece no Switch 2 no mesmo período que outros consoles, o sinal é claro:
acabou a fase “versão capada meses depois”.
Isso não é só catálogo.
É status.
E quando isso vem acompanhado de Dragon Quest, Yakuza, Mario Tennis e cia, a mensagem fica ainda mais direta:
o Switch 2 não quer disputar nostalgia — quer disputar tempo de jogador.
🎮 Março mostra a alma híbrida da Nintendo
Aqui a Nintendo volta a ser… Nintendo.
- Pokemon Pokopia
- Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection
- Fatal Frame II: Crimson Butterfly Remake
É a mistura clássica:
- franquias gigantes
- experiências excêntricas
- jogos que só fazem sentido num console híbrido
Aqui o Switch 2 para de pedir desculpa por ser diferente — e assume isso como vantagem.
🧩 O resto de 2026 é menos claro… e isso é bom
Fire Emblem novo.
Yoshi novo.
Elden Ring rodando nativamente.
Projetos estranhos, indies, ports tardios e surpresas.
O que falta?
- um Zelda principal
- um Mario 3D inédito
Mas talvez isso seja proposital.
A Nintendo parece estar dizendo:
“antes do evento, vamos construir o palco.”
🧠 O verdadeiro teste do Switch 2
2026 não vai definir o melhor console do mercado.
Vai definir qual console tem identidade clara.
E, até agora, o Switch 2 está se desenhando como:
- portátil de verdade
- console de sala sem pedir licença
- casa segura para AAA, AA e o estranho
Não é sobre potência.
É sobre pertencer ao fluxo.








