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Prepare o emocional, o lencinho e o tweet polêmico: a segunda temporada de The Last of Us vem aí, com data marcada — 13 de abril de 2025 na HBO e no Max. Mas a pergunta que não quer calar: vai rolar revolta como no jogo? Ou a HBO vai suavizar o trauma em pílulas cronológicas homeopáticas?
Spoiler: parece que a pancada emocional vem na ordem certa desta vez.
⏳ Nada de “surpresa, agora joga com quem matou seu pai postiço”
No jogo The Last of Us Part II, a gente passou horas jogando como a Ellie, explodindo WLF como se não houvesse amanhã, só pra do nada o jogo te colocar no controle da Abby, a responsável pela morte do Joel. Um tapa narrativo que dividiu fãs e que trouxe mais rage do que Twitter em ano eleitoral.
Na série, a proposta é outra: Abby e Ellie lado a lado, em tempo real, em Seattle, com suas histórias se desenrolando de forma paralela. Uma espécie de guerra emocional em câmera dupla — onde você torce por uma, mas acaba entendendo a outra.
“A gente vai contar essa história com mais calma e em mais de uma temporada”, prometeram Craig Mazin (o showrunner) e Neil Druckmann (o criador do jogo e destruidor de corações).
💥 Novos personagens, mesma dor
- Abby (Kaitlyn Dever): musculosa, traumatizada e cheia de complexidade. Vai ser impossível odiar… ou amar? Veremos.
- Dina (Isabela Merced): o novo amor de Ellie. Tóxica? Fofa? As duas coisas?
- Jesse (Young Mazino): ex da Dina e um dos personagens mais equilibrados. Logo, um forte candidato a morrer.
- Lev e Yara: ainda não confirmados oficialmente, mas devem aparecer para expandir ainda mais a moral ambígua da série.
🎬 Quem dirige esse caos emocional?
Cada episódio será comandado por diretores de peso. Destacamos alguns:
- Craig Mazin (Chernobyl): pra deixar tudo com aquele ar apocalíptico maroto.
- Mark Mylod (Succession): tensão nos diálogos? Tá garantido.
- Neil Druckmann: sim, o mesmo que fez você xingar o controle em 2022.
🤔 Vai funcionar melhor que o jogo?
Possivelmente. No jogo, a troca abrupta de perspectiva foi difícil de engolir. Na série, a narrativa entrelaçada pode dar mais contexto emocional desde o começo. O espectador pode ver a humanidade da Abby ao mesmo tempo em que a Ellie afunda na própria vingança.
E como a série não depende da “imersão interativa” do jogador, ela pode focar no que a HBO sabe fazer bem: drama, dilemas morais e personagens quebrados olhando para o vazio enquanto a trilha sonora toca fundo no piano.
🧠 Abby é vilã? Ellie é heroína? Ou todo mundo só tá traumatizado?
No jogo, a gente passou 20h achando que a Ellie tava certa. Na série, isso pode mudar. A HBO parece disposta a bagunçar as emoções do público desde o primeiro episódio. O que é bom, porque se tem uma coisa que essa história sabe fazer é te deixar confuso sobre quem você odeia ou ama.
E sejamos sinceros: se você ainda vê essa história como uma batalha de “boazinha vs. vilã”, talvez você precise rejogar o primeiro game… ou fazer terapia.
🎥 Trailer oficial pra deixar seu coração na boca:
📌 Resumo de tudo, com menos fungo e mais punchline:
Item | Detalhe |
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📆 Estreia | 13 de abril de 2025 |
📺 Onde ver | HBO e Max |
🎭 Protagonistas | Ellie (Bella Ramsey), Abby (Kaitlyn Dever) |
🎞️ Estrutura | Múltiplas temporadas (3 a 4), histórias lado a lado |
🎯 Promessa | Narrativa mais linear, emocionalmente mais balanceada (ou quase) |
🔥 GAGnalogia Final
Se a primeira temporada foi sobre sobrevivência, essa será sobre cicatrizes abertas. A HBO tá se armando pra fazer você amar quem odiou e duvidar de quem você defendeu. Vai ter clicker, vai ter drama, e sim, vai ter guerra de torcida no Twitter toda semana.
Mas relaxa — aqui no GAG, a gente te atualiza, te avisa, e ainda tira um sarro no meio do caos.