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🎭 “O Brutalista” não é apenas um filme, é uma experiência.
🏛️ Um épico visual sobre arquitetura, arte e identidade.
💀 E, claro, também um lembrete de que a vida pode ser tão fria quanto um bloco de concreto.
Brady Corbet entrega um longa que mistura beleza estética, atuações intensas e uma dose generosa de pretensão artística – afinal, que melhor forma de representar o brutalismo do que deixar o público um pouco exausto?
🏗️ A História: Arquitetando a Dor e a Glória
🛠️ Adrien Brody interpreta László Toth, um arquiteto húngaro que foge para os EUA após a Segunda Guerra.
💸 Lá, ele é contratado por Harrison Lee Van Buren (Guy Pearce), um milionário excêntrico que quer transformar suas ideias em algo monumental (e possivelmente insano).
🎭 Ao lado da esposa Erzsébet (Felicity Jones), ele enfrenta o peso da imigração, da arte e do capitalismo – e, claro, do próprio brutalismo, tanto na arquitetura quanto na vida.
🎨 Ponto Forte: Cada Cena é Um Quadro
📸 Visualmente, o filme é uma obra-prima. Cada enquadramento parece tirado de um catálogo de arquitetura premiada. Se você curte estética e fotografia, esse filme é um banquete.
🎭 Adrien Brody tá incrível – entregando mais sofrimento por minuto do que um estudante de Arquitetura no meio do semestre.
💀 Ponto Fraco: Épico ou Só Longo Demais?
🕰️ Duração de 3 horas e meia. Isso mesmo. Se fosse uma construção brutalista de verdade, o prédio já estaria pronto antes do filme acabar.
📖 A narrativa é profunda, mas, em alguns momentos, parece que o filme quer tanto dizer algo intelectualmente sofisticado que acaba só nos deixando confusos.
🧐 “Arte ou autoindulgência?” – eis a questão.
💡 Veredito: Vale o Hype?
✅ Se você curte filmes artísticos, reflexivos e não se importa com um ritmo mais lento, pode ir sem medo.
❌ Agora, se você acha que 3 horas e meia de drama existencial é demais, talvez seja melhor ver outra coisa (tipo um filme mais curto ou até um documentário sobre arquitetura, que pelo menos ensina algo prático).