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Se você acha que Honor Mode em
Baldur’s Gate 3
serve apenas para testar builds, estratégia e sangue frio… pense de novo.
Às vezes, o verdadeiro vilão atende pelo nome de Withers.
E ele não usa espada.
Ele usa física de colisão.
☠️ A morte mais absurda do Honor Mode (até agora)
A história é simples, trágica e completamente Baldur’s Gate 3:
- Jogador sobrevive a uma luta caótica
- Apenas Karlach, com 1 de HP, fica viva
- Hora de ir ao acampamento reviver o grupo
- Withers ressuscita Gale
- Gale reaparece em cima de Karlach
- Karlach toma o último ponto de dano
- Game over. Honor Mode encerrado.
Não foi chefe.
Não foi armadilha.
Foi spawn errado.
🧠 Honor Mode não perdoa… nem bugs, nem ironia
Pra quem não sabe, Honor Mode é o modo mais cruel do jogo:
- um único save
- morte total = fim da run
- inimigos com ações lendárias
- regras do Tactician elevadas ao extremo
Ou seja:
qualquer erro vira sentença.
Até um NPC ancestral, supostamente sábio, que decide materializar um mago em cima da sua última unidade viva.
🪦 Culpa de quem, afinal?
A comunidade se dividiu:
- “Era só dar um passo pra trás quando Withers manda”
- “Ficar com 1 HP no Honor Mode é pedir pra morrer”
- “Foi a aura necrótica do Gale, não o corpo”
- “Não importa, isso é crime contra o jogador”
A verdade?
Tudo isso junto.
Honor Mode não é sobre justiça.
É sobre aceitar o caos sistêmico.
🎲 Baldur’s Gate 3 sendo Baldur’s Gate 3
Esse tipo de história só existe porque BG3 é um sandbox vivo:
- sistemas interagem sem pedir permissão
- física, status e scripts colidem o tempo todo
- o jogo não te protege de si mesmo
É frustrante?
Sim.
Mas também é por isso que o jogo gera histórias melhores que cutscenes.
🧠 Moral da história
Se você joga Honor Mode achando que controle absoluto existe…
o jogo vai te lembrar que:
até a morte pode vir de um diálogo aparentemente seguro.
E talvez seja exatamente isso que faz o modo valer a pena.








