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Porque o PC sempre foi pensado para o indivíduo.
E o co-op local é, por definição, social.
Mas isso está mudando — e lentamente virando um constrangimento.
🎮 O problema é simples (e antigo)
Você quer jogar com alguém do seu lado.
No sofá.
Na TV.
Com dois controles.
No Steam, isso ainda significa:
- abrir página por página
- confiar em tags confusas
- descobrir depois da compra que não tem split-screen
Em 2025.
Isso não é limitação técnica.
É cegueira de produto.
🧠 Tag não é sistema
Hoje, o Steam mistura tudo:
- co-op online
- co-op local
- party games
- multiplayer híbrido
Tudo no mesmo saco.
Resultado?
👉 o jogador não sabe o que comprou
👉 o dev não sabe como ser encontrado
👉 o recurso existe, mas é invisível
Um filtro oficial de co-op local resolveria isso em segundos.
E não existe.
🛋️ O sofá voltou — e o Steam ainda age como se não
O mercado está dando sinais claros:
- PCs indo para a sala
- controles virando padrão
- Steam Machine ressurgindo
- jogos indie focados em experiência compartilhada
Enquanto isso, o Steam ainda se comporta como se:
“PC é teclado, mouse e solidão.”
Não é mais.
⚠️ O medo real da Valve
Implementar um filtro oficial significa:
- revisar milhares de jogos
- assumir responsabilidade
- admitir que tag de usuário não basta
Ou seja: trabalho.
Mas também significa algo maior:
👉 reconhecer que co-op local importa.
E talvez mais do que eles gostariam de admitir.
🔥 Se esse filtro existisse, mudaria tudo
Para o jogador:
- compra mais segura
- menos frustração
- mais uso do Steam na sala
Para o desenvolvedor:
- mais visibilidade
- público correto
- menos reembolso
Para o Steam:
- retenção
- tempo de uso
- identidade além do “launcher de PC”
Não é detalhe.
É qualidade de vida.
🎯 Veredito GAG
O co-op local não morreu.
Ele só foi ignorado por quem manda na plataforma.
Se o Steam quer realmente ocupar o sofá,
vai ter que parar de tratar o jogador como usuário solitário.
Porque jogar junto não é nicho.
É fundação da cultura gamer.








