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🚫 Qatar disse “não” pro Roblox, e o motivo envolve IA, vigilante banido, e uma mistura de Black Mirror com Alcorão.
Se você achou que já tinha visto de tudo na internet — calma, senta aqui. O Roblox, aquele jogo de bloquinhos coloridos onde criança simula de tudo (até coisa que não devia), foi simplesmente banido em um país inteiro. Não é clickbait. É realidade.
O plot twist no Oriente Médio: Qatar diz “bloqueia tudo”
Depois de um ano em que a Turquia já tinha banido Roblox e depois liberado, agora foi a vez do Qatar dar aquele rage quit na plataforma. Só que diferente da Turquia, os qatari já chegaram dando fatality: ban total, sem aviso prévio, com a justificativa de “proteger os jovens”.
Mas pera que piora.
Criança fazendo “coisas de adulto” com avatar quadrado
Segundo o jornal Al Jasra, as motivações vão além de segurança digital: o governo alega que o jogo estaria sendo palco de “agressões sexuais virtuais” e “violações de valores religiosos”. Tradução: o Roblox virou terra de ninguém, onde o avatar de um pirulito com perna pode simular situações bizarras em nome da criatividade.
E, pasme, isso veio logo após um youtuber vigilante ser banido por tentar “salvar as criancinhas” dentro do jogo. Que fase.
🧠 Resumo rápido: um cara tentou fazer justiça com as próprias mãos no Roblox, foi banido, e o governo do Qatar olhou e pensou: “Quer saber? Bloqueia essa jossa toda”.
Roblox ainda está de pé, mas… mancando
Com 380 milhões de usuários mensais, a Roblox Corp. provavelmente não vai falir por causa de um país só. Mas o timing é péssimo: a reputação do jogo tá sendo espancada na internet e a empresa ainda não deu uma resposta oficial.
Enquanto isso, o app ainda pode ser baixado na loja, mas quem tentar logar com IP do Qatar recebe um belo “sem acesso”. E nem VPN segura essa treta por muito tempo, né?
A polêmica do “metaverso infantil”
Um pesquisador de IA do jornal Al Sharq foi além: “essas plataformas já são espaços digitais abertos, onde as crianças vivem interações parecidas com a vida real”. É tipo um mini-Matrix de menor de idade, onde qualquer um pode virar youtuber, policial, chef de cozinha ou… algo bem menos inocente.
Isso acende um alerta global: até onde vai o “faz de conta” no mundo digital? Quando que brincar de vida real vira um problema real?