Do PS Vita ao PlayStation Portal: o retorno silencioso dos portáteis da Sony?

🕒 Tempo estimado de leitura: 2 minutos

Em 2012, o mundo gamer foi sacudido com a chegada do PlayStation Vita, a ambiciosa aposta da Sony no mercado de portáteis.
Com tela OLED, dois analógicos, gráficos absurdos pra época e jogos como Uncharted: Golden Abyss, o Vita prometia ser um divisor de águas.

A recepção inicial foi calorosa — a própria PlayStation Blog Espanha celebrou o lançamento com destaque na imprensa especializada, reunindo elogios que hoje soam quase como cartas de amor ao potencial do console.

Mas o mundo mudou. E a Sony também.

O Vita, infelizmente, foi deixado de lado — vítima do marketing fraco, falta de suporte e da avalanche mobile.

A Sony abandonou os portáteis.
Ou será que não?

O renascimento disfarçado: PlayStation Portal

Em 2023, a Sony surpreendeu o mercado com o PlayStation Portal — um dispositivo focado exclusivamente em streaming remoto do PS5.

Apesar de não ser um portátil “de verdade” como o Vita, o Portal reacendeu a discussão:

“Será que a Sony está testando terreno pra voltar aos portáteis?”

Comparando gerações: Vita x Portal

CaracterísticaPS Vita (2012)Portal PlayStation (2023)
CorposVOCÊ ÉLCD
Sistema próprioSim (jogos nativos)Não (streaming via PS5)
Suporte a mídia físicaSim (carrinhoNão
Ou4–4
Preço de lançamento$ 249$ 199

Então… é o início de uma nova era?

Talvez o Portal seja só um experimento.

Mas se tem uma coisa que o Vita provou é que existe amor pelo conceito de jogar PlayStation longe da TV.

E mesmo que a Sony negue, a história mostra que ela sabe fazer hardware portátil como ninguém.
A pergunta agora é: vai repetir o erro… ou corrigir a rota?

📎 Referência histórica:

🧠 E você?

Teve o Vita? Tá curioso com o Portal?
Ou torce pra Sony voltar com um portátil real?
Conta pra gente nos comentários ou lá no nosso X/Twitter. 🎮

🔗 Leia também: Monster Hunter Wilds pode ter um grande spoiler… e a culpa é de Horizon Zero Dawn?

Rolar para cima