Split Fiction: O filho ilegítimo de It Takes Two com um romance de ficção científica e magia – e deu bom!

🕒 Tempo estimado de leitura: 4 minutos

🔥 Se “It Takes Two” e “Portal” tiveram um filho e jogaram ele dentro de um livro de ficção científica com magia, o resultado seria “Split Fiction”.
O novo jogo da Hazelight Studios pega a fórmula da cooperação obrigatória , joga uma tonelada de criatividade por cima e entrega uma das experiências mais insanas do ano.

Claro, com um toque de “vamos fazer o jogador gritar com o parceiro no fone de ouvido porque ele pulou no buraco errado” .

Se você curte jogos cooperativos que desafiam tanto a mente quanto a amizade, vem comigo. Se não for curto, pode fechar esse artigo e voltar pro Candy Crush .


História: O melhor crossover que ninguém pediu (mas a gente pediu)

📖 Mio Hudson e Zoe Foster são duas autoras de gêneros completamente opostos: uma ama ficção científica, a outra, fantasia medieval.
👀 Elas se odeiam? Sim.
💀 São forçados a trabalharem juntos quando um experimento literário dá errado e as joga DENTRO dos próprios mundos? Também.
🎭 Agora, você precisa colaborar para sair dessa bagunça mágica-cibernética antes que a realidade se rache no meio.

O jogo brinca com essa dualidade de gêneros e transforma isso na mecânica principal. Mio usa gadgets futuristas, enquanto Zoe tem magias poderosas, e você precisa combinar essas habilidades (ou falhar miseravelmente e arrastar o amigo junto pelo buraco).

A Hazelight acertou em cheio a construção do universo, entregando uma aventura que parece um livro interativo metido a gênio , mas com uma boa dose de zoeira e ação.


Jogabilidade: Diversão, caos e 50% de chance de treta com seu parceiro

👾O segredo do jogo? Nunca fique parado. Assim como It Takes Two , cada fase apresenta uma mecânica nova e, quando você começa a dominar, o jogo joga tudo fora e inventa outra coisa.

☠️ Um minuto você tá pilotando um dragão biomecânico, no outro tá atravessando um campo de força com portais quânticos. A cada nova fase, a pergunta é sempre a mesma:
“O QUE TÁ ACONTECENDO AQUI?”

Destaques da jogabilidade:
Cada nível é uma surpresa – Você nunca joga a mesma coisa por muito tempo.
Dificuldade bem ajustada – O jogo sabe equilibrar desafio e diversão sem virar um Soulslike cooperativo.
Os poderes dos protagonistas se complementamMas só se vocês conseguirem trabalhar juntos (boa sorte com isso).

💀 O jogo obriga cooperação, então se você jogar com aquele amigo que acha que sabe tudo, se prepara pra dar tapa na cara virtualmente .


Audiovisual: Puro deleite para os olhos e ouvidos

🎨 O jogo consegue mesclar ficção científica neon com fantasia medieval sem parecer um carnaval fora de época . Cada fase tem sua identidade, e os detalhes no mundo deixam claro que a Hazelight não estava economizando café durante o desenvolvimento.

🎵 A trilha sonora também é bonita , com composições que mudam de acordo com o ambiente, trazendo uma experiência cinematográfica. Mas, sinceramente, metade do áudio do jogo vai ser seu parceiro xingando por errar um pulo.


Pontos Positivos:

Mecânicas inovadoras o tempo todo – Não dá tempo de desfrutar.
Protagonistas carismáticas – Mio e Zoe são hilárias e bem desenvolvidas.
Visual incrível – Parece um livro de ficção interativa de tão bem feito.

Pontos Negativos:

História previsível – Você meio que já sabe onde vai dar, mas isso não atrapalha a experiência.
Dificuldade meio errática – Alguns momentos são super de boa, outros fazem você querer o controle.


Conclusão: Vale a pena?

🔥 Com certeza. Se você gostou de It Takes Two , Portal ou qualquer jogo cooperativo que exija sincronização mental, vai fundo em “Split Fiction” .

🎮 É uma jornada cheia de humor, caos, e mecânicas que vão explodir sua cabeça.
Se você tem um amigo de confiança para jogar, pode marcar essa jogatina agora. Se não tem, talvez seja a hora de fazer amizades novas no Discord, né?

Nota Final: 🎖️ 9/10 – “Uma obra-prima cooperativa com um toque de insanidade”

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