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Alguns jogos te dão mapas colossais, liberdade pra explorar e gráficos que fazem seu PC suar frio.
Mas aí você resolve agir como um ninja, andar no sapatinho, se esconder na sombra… e o jogo simplesmente te sabota.
Separamos aqui 7 jogos de mundo aberto que são espetaculares — até você tentar jogar no stealth.
É tipo pedir silêncio numa explosão. 🧨
1. Skyrim — O melhor bugado furtivo da história da humanidade
Você tá no topo de uma montanha, de arco na mão, camuflado, mira com precisão cirúrgica, acerta o peito do guarda a 30 metros…
“Hmm… devo estar imaginando coisas.”
Skyrim não é furtivo. Ele redefine.
A IA é tão insensível que você pode eliminar uma sala inteira, sair pra jantar e voltar — e ninguém vai notar.
Mas, vamos ser justos: isso virou charme. É bug? É recurso?
É Betesda sendo Betesda. 💫
🔫 2. Far Cry 6 — O inimigo é surdo, mas tem radar quando não deve
Far Cry 6 tenta dar uma opção de ser furtivo.
Mas a IA tem dois modos: completamente cego ou onisciente como um drone da CIA.
Você atira com supressor a 100 metros de distância e ninguém nota.
Mas esbarra numa planta? O mapa inteiro te caça como se tivesse derrubado um helicóptero.
É divertido? Demais.
Furtividade de verdade? Só se for na imaginação. 🥲
🧟 3. Dying Light — Agachado, silencioso… e ainda assim, devorado
A ideia era linda: um mundo aberto pós-apocalíptico, onde andar devagar e com cautela seria o segredo da sobrevivência.
Mas na prática?
Zumbis te veem no escuro, de costas, sem barulho.
Você apaga a lanterna, prende a respiração, agacha… e toma o mesmo jeito.
Parkour funciona. Ação funciona.
Mas o que é furtivo? É pedir tipo pra ser comida lentamente.
🧨 4. Just Cause 3 — O stealth é proibido por lei
Just Cause não foi feito pra quem curte se esconde.
O jogo é um grito em forma de gameplay. Você começa numa base inimiga com um gancho, uma bazuca e uma trilha sonora de filme de ação.
A ideia de stealth aqui é ofensiva.
Chegar devagar não é permitido. Se você tentar, o jogo parece rir da sua cara.
É tipo tentar jogar Metal Gear com cheats de explosão infinita: você até pode tentar, mas vai parecer idiota.
🕶 5. Cyberpunk 2077 — O stealth que virou ficção científica (no mau sentido)
Cyberpunk promete tudo: hackear, se esconder, eliminar inimigos como um fantasma digital.
Mas no lançamento, era mais fácil jogar escondido na vida real.
- Inimigos bugavam.
- As câmeras passam pela parede.
- E mesmo quando você limpava uma sala inteira no silêncio… alguém gritava do além e chamava reforço.
Melhorou? Sim.
Mas o trauma foi real.
🤖 6. Watch Dogs: Legion — O stealth que depende do humor da IA
Você invade Londres com qualquer cidadão, do hacker à senhorinha da praça.
Mas tente fazer isso com furtividade e o jogo te dá tapas sem dó.
Você pode estar disfarçado, invisível, agachado e silencioso… e mesmo assim ser detectado porque o sistema simplesmente surtou.
No mesmo dia, a IA pode ser genial ou ter esquecido como virar o pescoço.
É um caos divertido, mas pra quem queria um Watch Dogs estilo Hitman, ficou no desejo.
🛡 7. Assassin’s Creed Valhalla — O nome engana, o stealth some
“Assassin’s Creed”, né? O nome da franquia é stealth.
Mas em Valhalla, o negócio virou RPG nórdico com machadada na testa.
Você até tem ferramentas de furtividade, mas o jogo te recompensa muito mais pela porrada.
Invadir uma fortaleza como um viking bêbado dá mais resultado do que planejou uma infiltração silenciosa.
Furtivo? Tá lá.
Mas é tipo papel de parede: bonito, mas ninguém usa.
🧠 Conclusão GAGNETWORK:
Mundo aberto e furtivo são uma combinação delicada.
E esses jogos mostram que nem sempre dá certo — às vezes, só dá meme.
Mas sejamos justos: todos esses títulos têm méritos gigantes.
Só não peça pra eles serem Splinter Cell. Ou Hitman. Ou até Sam Fisher de chinelo.
Eles entregam tudo. Menos silêncio.